Atacamos sites do governo e da cantora Paula Fernandes

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Atacamos sites do governo e da cantora Paula Fernandes

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Anonymous Brasil

O site da a cantora sertaneja com maior prestígio atualmente foi invadido com a mensagem “Se Megaupload está fora do ar, o senhor também”

Uma das mensagens difundidas pelo Anonymous é que “as pessoas não deveriam temer seus governos, mas o governo deveria temer as pessoas”

São Paulo – O Anonymous atacou na madrugada deste sábado várias páginas do Governo de Brasília e o site oficial da cantora Paula Fernandes, em protesto contra o fechamento do site de downloads Megaupload pela justiça americana.

Anonymous é contra governos

Uma das mensagens difundidas pelo grupo Anonymous é que “as pessoas não deveriam temer seus governos, mas o governo deveria temer as pessoas”

São Paulo – Anonymous atacou na madrugada deste sábado várias páginas do Governo de Brasília e o site oficial da cantora Paula Fernandes, em protesto contra o fechamento do site de downloads Megaupload pela justiça americana.

Através da própria página no Twitter, o Anonymous assumiu a autoria das invasões, que se estenderam por toda madrugada do sábado, de mais de 100 páginas de Brasília, com o domínio ‘df.gov.br’

Já o site oficial de Paula Fernandes, a cantora sertaneja com maior prestígio atualmente, foi invadido com a mensagem ‘Se Megaupload está fora do ar, o senhor também’. A frase era assinada por ‘GhostOffThreads’ e trazia uma imagem em branco e preto de um coringa, adotada pelo Anonymous como um de seus símbolos.

A Polícia federal americana (FBI) anunciou na última quinta-feira o fechamento da página de downloads Megaupload após uma investigação de dois anos, a qual terminou com a prisão de quatro pessoas na Nova Zelândia por um suposto delito de pirataria informática.

Segundo as autoridades americanas, a operação contra Megaupload não tem conexão com o projeto de lei antipirataria SOPA (Stop Online Piracy Act), o qual foi suspenso após a grande pressão exercida nos últimos dias por diferentes e importantes sites da internet. Além de contar com apoio da Wikipédia e da Google, os protestos também foram absorvidos pela sociedade civil.

O projeto SOPA obrigaria os sites de busca, os provedores de domínios e as empresas de publicidade a bloquearem os serviços de qualquer site que estivesse sob investigação do Departamento de Justiça americana por supostamente terem publicado materiais sem seus respectivos direitos autorais. EFE