Papa pede 4 helicópteros militares para sua proteção na sua vinda ao Brasil, diz chefe do Estado-Maior da Defesa

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Papa pede 4 helicópteros militares para sua proteção na sua vinda ao Brasil, diz chefe do Estado-Maior da Defesa

O papa Francisco II chega ao Brasil (para sua primeira viajem internacional como pontífice) apenas em 22 de Julho para visitas á Aparecida, SP e ao Rio de Janeiro, onde participará da Jornada Munidal da Juventude; todavia, a sua segurança já está sendo programada pelas Forças Armadas. De acordo com o chefe do Estado-Maior da Defesa, o general José Carlos De Nardi, o Vaticano requisitou ao Brasil além dos 4 quatro helicópteros militares que serão usados por sua comitiva, a busca de dois papa-móveis lá na Itália.

Comitiva do pontífice terá a sua disposição 4 helicópteros do modelo VH-34 Super-Puma

Comitiva do pontífice terá a sua disposição 4 helicópteros do modelo VH-34 Super-Puma

Visando a segurança do papa argentino, as aeronaves (duas da FAB – Força Aérea Brasileira, uma do Exército e uma da Marinha) do modelo VH-34 Super Puma, vão conter em seu interior, um médico e agentes da Polícia Federal. Para De Nardi, o maior risco ao chefe do Vaticano seria a ação de um ‘lobo solitário’.

‘Para o Papa, o maior risco que avalio será o lobo solitário, como o que aconteceu na própria Itália. Isso das informações que nós temos. Eu não vejo risco na população, eu vejo risco mais nele.’ disse o chefe do Estado-Maior referindo-se ao á tentativa de homicídio contra o papa João Paulo II no ano de 1981 quando o referido papa foi atingido por tiros que supostamente teriam sido disparados pelo turco Mehmet Ali Agca em plena Praça de São Pedro, coração do Vaticano.

 

Comentários á ‘crise’ entre o Ministério da Justiça e o Ministério da Defesa

Ainda na entrevista imprensa, De Nardi colocou ‘panos quentes’ na suposta crise instalada na Esplanada dos Ministérios devido á uma suposta preferência da presidente Dilma Rousseff prestigiar os militares em detrimentos dos agentes da Polícia Federal na organização dos grandes eventos que serão sediados pelo Brasil nos próximos anos, como a Copa do Mundo e as Olímpiadas de 2016.

Segundo o general, não há alguma intenção por parte dos militares assumirem a pasta da Secretaria Extraordinária de Grandes Eventos (Sesge).

“Dai a César o que é de César. O que é da segurança pública, é da Sesge e compete á Polícia Federal. O que é da Defesa, é do Estado-Maior Conjunto”, afirmou na entrevista.