O lado bom da Deep Web

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O lado bom da Deep Web

O termo Deep Web foi usado pela primeira vez por Michael Bergman em 2001 em seu artigo “The Deep Web: Surfacing Hidden Value” não traduzido para o português. Bergman afirma que as buscas na Internet podem ser comparadas a uma rede de arrasto, pois embora grande parte das informações possam ser presas na rede, ainda há uma rica parte no fundo do “oceano”. Em seu artigo, Bergman estimou que a Deep Web tem cerca de 7.500 terabytes contra 19 terabytes da Surface Web e sua qualidade é pelo menos 1000 a 2000 vezes maior.

Vista apenas como um lugar “obscuro” e exclusivo de pornografia, canibalismo, terrorismo, tráfico de drogas, pedofilia, zoofilia entre outros temas negativos, a Deep Web conta com grandiosos bancos de dados que abrangem diversas áreas e conteúdos, tais como: enciclopédias raras, livros, artigos científicos, revistas, notícias, entre outros. Além de 200 mil sites criptografados (dado mostrado no artigo em 2001).

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Michel Bergman, criador do termo, é fundador da empresa de soluções e inteligência BrightPlanet Deep Web Intelligence a qual oferece serviços como: Deep Web Harvester, uma ferramenta mais abrangente e ilimitada para aquisição de dados na Deep Web, na qual o cliente personaliza as suas consultas de acordo com a sua necessidade.

Quando buscamos por Deep Web na Surface, encontramos apenas resultados negativos e tenebrosos sobre o que podemos encontrar por lá. Porém a sua superioridade em termos de qualidade e quantidade de informações e recursos merecem ser reconhecidos, desmistificando que o “fundo do oceano” só haja coisas ruins.